Ontem
(06), os jovens do Projeto Escola Livre da Comunidade Cidadã estiveram
presentes na Virada Sustentável na Aldeia indígena Tenondé Porã em Parelheiros.
Os jovens
da região do Grajaú pela primeira vez sentiram a natureza de uma região, que está dentro da cidade de São Paulo, rica em água e área
verde e puderam conhecer uma cultura que está bem próximo de nós, mas ao mesmo
tempo esquecida, os Guaranis.
Os jovens puderam conhecer sobre
a luta dos guaranis por novas terras para moradia e plantio, além entenderem
como realizam seus rituais e festas.
A visita
foi espetacular! Ao final uma parada para conhecer os artesanatos que os
indígenas produzem. Uma das formas que utilizam para sobreviver.
Abaixo
texto da Jovem Thaisa Nascimento sobre a experiencia vivida durante a visita à
Aldeia Tenondé Porã.
"Vivemos numa cidade cor de cinza, poluição tanto sonora
quanto visual, dentre outras que quem mora em São Paulo já conhece.
Porém na tarde de quinta feira (06-06) eu e a galera tivemos o prazer de desfrutarmos o verde em que ainda existe em São Paulo, porém pouco visitado, não falo aqui do Verde do Parque do Ibirapuera ou um verde sintetizado, mais um verde oferecido pela nossa natureza.
Fomos visitar a Aldeia indígena Tenondé Porã, e cara? Que lugar magnifico.
No começo me senti meio fora de contexto, mas é um lugar aonde vemos o quão estamos distante do que já foi um dia.
Coisa linda é ver aquelas crianças correndo e brincando até mesmo nas matas e LIVRES, e até os adultos entram na brincadeira, pude também apreciar o quão eles dão importância para a sua cultura, pois não querem perder a tradição, aquela a qual aprendemos ainda no Ensino Fundamental, com a sua forma de sobrevivência a caça - pesca - brincadeiras - e rito religioso.
Estamos na frente da casa de reza, um das mais importantes e respeitada da aldeia.
Tive um IMENSO prazer de poder conversar com um Pajé, e sabe qual é a sensação? Uma das mais honradas que eu poderia ter naquele momento.
Quantas vezes escutei historinhas de índios na escola, falando sobre pajés e da sua importância na aldeia, e EU, logo EU tive um imenso prazer de conversar com um, que ainda pode me explicar o assunto a qual mais me chama a atenção, que é a religião. Elisângela Duarte Bueno muito Obrigada pela oportunidade de nos proporcionar uma ida num local de tão suma importância e num local repleto de cultura, e grandiosidade de conhecimento."
Porém na tarde de quinta feira (06-06) eu e a galera tivemos o prazer de desfrutarmos o verde em que ainda existe em São Paulo, porém pouco visitado, não falo aqui do Verde do Parque do Ibirapuera ou um verde sintetizado, mais um verde oferecido pela nossa natureza.
Fomos visitar a Aldeia indígena Tenondé Porã, e cara? Que lugar magnifico.
No começo me senti meio fora de contexto, mas é um lugar aonde vemos o quão estamos distante do que já foi um dia.
Coisa linda é ver aquelas crianças correndo e brincando até mesmo nas matas e LIVRES, e até os adultos entram na brincadeira, pude também apreciar o quão eles dão importância para a sua cultura, pois não querem perder a tradição, aquela a qual aprendemos ainda no Ensino Fundamental, com a sua forma de sobrevivência a caça - pesca - brincadeiras - e rito religioso.
Estamos na frente da casa de reza, um das mais importantes e respeitada da aldeia.
Tive um IMENSO prazer de poder conversar com um Pajé, e sabe qual é a sensação? Uma das mais honradas que eu poderia ter naquele momento.
Quantas vezes escutei historinhas de índios na escola, falando sobre pajés e da sua importância na aldeia, e EU, logo EU tive um imenso prazer de conversar com um, que ainda pode me explicar o assunto a qual mais me chama a atenção, que é a religião. Elisângela Duarte Bueno muito Obrigada pela oportunidade de nos proporcionar uma ida num local de tão suma importância e num local repleto de cultura, e grandiosidade de conhecimento."
Thaisa Nascimento, 17 anos.

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